Um refúgio intelectual dedicado à escuta daquilo que se transforma. Um território onde a experiência é acolhida antes de ser interpretada, e o pensamento se organiza como presença, capaz de reconhecer as ritmicidades do ser, de seus vínculos e meio como matéria legítima do viver. Uma caminhada de letramento temporal, na qual o protagonismo vivencial e a capacidade de conduzir as próprias manifestações – sobre si, nas relações e no mundo – emergem como prática cotidiana e sensível.